Nesta exposição a artista apresenta-nos um tema imensamente divisível, que é a dobra. Há o dobrar, desdobrar, redobrar incessantemente os espaços e as temporalidades da experiência criando trocas constantes entre o mundo exterior e o mundo interior. Entre o infinitamente grande do Universo e o infinitamente pequeno do viver.
“As flores abrem mais depressa ao domingo” inaugura às 18h00 e vai estar patente ao público até 15 de agosto. A entrada é livre.
Por CM Loulé


