De acordo com as estatísticas rápidas da atividade turística, os estabelecimentos de alojamento turístico nacionais registaram 45,8 milhões de dormidas entre janeiro e julho, o que corresponde a uma subida de 2,7%.
Já os proveitos de aposento até julho totalizaram 2.969,9 milhões de euros, uma subida de 8,3% face ao mesmo período do ano anterior.
Numa análise apenas ao mês de julho, o setor do alojamento turístico registou 3,4 milhões de hóspedes (+4,3%) e 9,4 milhões de dormidas (+3,5%), gerando 891,1 milhões de euros de proveitos totais e 701,6 milhões de euros de proveitos de aposento (+10,6% e +9,2%, respetivamente).
O Algarve foi a região que mais contribuiu para a globalidade dos proveitos (34,2% dos proveitos totais e 34,3% dos proveitos de aposento), seguida da Grande Lisboa (22,9% e 23,2%, respetivamente) e do Norte (14,1% e 14,2%, pela mesma ordem).
Os aumentos mais expressivos de proveitos ocorreram na Madeira (+20,8% nos proveitos totais e +21,9% nos de aposento) e no Centro (+12,6% e +13,0%, pela mesma ordem), enquanto a Grande Lisboa apresentou os crescimentos mais modestos (+7,9% nos proveitos totais e +2,9% nos relativos a aposento).
Residentes e não residentes contribuíram para o crescimento das dormidas, com aumentos de, respetivamente, 6,7% e 2,2%, respetivamente, totalizando 2,9 e 6,5 milhões de dormidas, pela mesma ordem.
Em julho, entre os 10 principais mercados emissores em termos de dormidas, a Polónia destacou-se com um crescimento de 14%, seguida pelos Estados Unidos (+12,3%).
Em sentido contrário, destacaram-se os mercados espanhol (-10%), francês, brasileiro e dos Países Baixos (os três com -3%) com os maiores decréscimos.
O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 101,1 euros (+5,1%) e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 151,8 euros (+5,6%).
Lusa