Segundo a GNR, esta operação vai atualizar os registos das edições anteriores e identificar novas situações.
A GNR vai realizar um conjunto de ações de sensibilização, junto das pessoas idosas em situação vulnerável, através de contactos pessoais e de atividades em sala, com vista à adoção de comportamentos de segurança que permitam reduzir o risco de se tornarem vítimas de crimes, nomeadamente, em situações de violência, de burla, furto em residência e ainda prevenir comportamentos de risco associados ao consumo de álcool.
Durante a operação, os militares da GNR vão também divulgar os programas «Apoio 65 – Idosos em Segurança»e «Residência Segura», que permitem recolher os elementos necessários para a elaboração de um mapa, com a localização georreferenciada de todas as residências aderentes ao projeto.
De acordo com a GNR, esta «identificação geográfica torna assim mais eficaz as ações de patrulhamento e a vigilância dos militares, traduzindo-se numa resposta policial mais célere».
Na edição de 2018 da operação «Censos Sénior», a Guarda sinalizou 45.563 idosos que vivem sozinhos e/ou isolados, ou em situação de vulnerabilidade, devido à sua condição física, psicológica, ou outra que possa colocar a sua segurança em causa.
«As situações de maior vulnerabilidade foram reportadas às entidades competentes, sobretudo de apoio social, no sentido de fazer o seu
acompanhamento futuro», refere a GNR em comunicado.
Em 2018, o maior número de idosos identificados a viver sozinhos ou isolados foi no distrito de Vila Real (4.515), seguido da Guarda (4.008), Viseu
(3.776), Beja (3.715), Bragança (3.385), Faro (3.165) e Portalegre (3.156).
Em Lisboa foram identificados 1.138 idosos a viver sozinhos e isolados e no Porto 1.168.
Desde 2011, ano em que se realizou a primeiro operação dos «Censos Sénior», a GNR tem vindo a atualizar a base de dados geográfica, «proporcionando assim um melhor apoio à população idosa».
Por: Lusa


