É natural de Loulé e participa esta noite, sábado, 28 de fevereiro, na segunda semifinal do Festival da Canção 2026.

Sandrino é o representante algarvio neste evento maior da música ligeira portuguesa. Uma atuação que pode ser acompanhada através da RTP, RTP África e RTP Internacional, a partir das 21h15.

Com influências de MPB, Pop e Jazz, Sandrino apresentou a sua primeira canção ao público, “Ser pra não Ser”, em novembro de 2024. Natural de Loulé e formado no Hot Clube de Portugal, começou recentemente a sua carreira a solo, apresentando um single impactante e que questiona a dualidade e essência do Ser — temas que o artista explora nas suas letras e que muito influenciaram a natureza deste primeiro EP —, com balanços aconchegantes e nostálgicos que nos fazem sonhar e questionar.

O seu percurso no Hot Clube e influências Jazz e MPB têm um claro impacto na sua sonoridade e identidade, com um carácter intimista, reforçado pela voz suave e melancólica.

O seu estilo musical posiciona-se numa linha entre o indie alternativo, bedroom pop e a MPB moderna, contando com claras influências de António Zambujo, Tim Bernardes, Caetano Veloso e João Gilberto.

Foi com estas características que Sandrino chegou até ao produtor musical Francesco Meoli e, juntos, criaram o single de estreia que levou ao EP “Ser” — 6 temas, lançados a 16 de maio de 2025. A sonoridade do projeto, com influências de jazz, eletrónica e bossa nova, confere-lhe um caráter atemporal e um apelo além-fronteiras. Meoli assina a produção integral deste primeiro EP.

Recentemente (25 de janeiro), o artista esteve no Auditório do Solar da Música Nova para apresentar mais uma sessão do ciclo “Ilustres Desconhecidos”.

O artista sobre ao palco do Festival da Canção 2026, com um tema produzido e cocriado com Francesco Meoli.

 

CM Loulé