Cabaz essencial de 63 produtos sobe 0,12 cêntimos (face à semana anterior), atingindo esta semana os 253,60 euros.
Desde o início do ano, verificou-se uma subida de 11,77 euros.
Há quatro anos era possível comprar o mesmo cabaz essencial por menos 65,90 euros (35,11%).
O alho seco (8%), o fiambre perna extra fatiado (14%) e o pão de forma sem côdea (6%) foram os produtos cujo preço mais aumentou face à semana anterior.
O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 253,60 euros, o que representa um ligeiro aumento de 0,12 euros face à semana anterior.
Desde o início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 11,77 euros (menos 4,87%). Há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 12,95 euros (menos 5,38%). Já no início de 2022, era possível gastar menos 65,90 euros (uma diferença de 35,11%).
Na última semana, entre 29 de julho e 5 de agosto, o alho seco registou um aumento de 8%, para 3,34€, o fiambre perna extra fatiado subiu 6%, para 2,45€, e o pão de forma sem côdea registou um acréscimo de 5%, para 2,58€, foram os 3 produtos cujo preço mais aumentou (percentualmente) face à semana anterior.
Comparando com o mesmo período do ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o bacalhau graúdo (25% custando atualmente 20,02 euros/kg), o robalo (21% custando atualmente 9,90 euros/kg), e a perca do nilo (19%, o que se reflete num custo de 12,02 euros/kg).
Desde que a DECO PROteste iniciou esta análise, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (120% para 12,80 euros/kg), o bacalhau graúdo (89% para 20,02 euros) e os ovos (78% para 2,03 euros/kg).
As simulações de preços também podem ser feitas aqui: https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/supermercado/simule-e-poupe/supermercados-online-qual-vende-mais-barato
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