Segundo as previsões do Boletim Polínico da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), todo o território continental estará, entre sexta-feira e 04 de junho, em risco baixo a moderado de concentração de pólen, sobretudo das árvores oliveira, pinheiro, bétula, sobreiro e carvalhos e das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, azeda, urtiga e urticáceas (incluindo a parietária).
A concentração dos pólenes destas árvores e destas ervas está prevista para as regiões de Trás-os-Montes e Alto Douro, Porto (Entre Douro e Minho), Coimbra (região da Beira Litoral), Castelo Branco (região da Beira Interior).
Para Lisboa (região de Lisboa e Setúbal) e Faro (região do Algarve), as previsões apontam para uma concentração elevada para as árvores oliveira, pinheiro, sobreiro e carvalhos, excluindo a bétula, mantendo-se as ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).
Em Évora (região do Alentejo), a concentração elevada será para as árvores oliveira, pinheiro e sobreiro e das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).
Nas regiões autónomas, a situação será de concentração baixa de pólenes, sendo que no Funchal as previsões apontam para os pólenes das árvores cipreste, pinheiro, eucalipto e plátano e também das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).
Em Ponta Delgada (Região Autónoma dos Açores), destacam-se os pólenes das árvores cipreste (e/ou criptoméria) e pinheiro e das ervas gramíneas, tanchagem, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).
Lusa


