O interesse público na observação de cetáceos tem crescido de forma significativa nos últimos anos.

Deste modo, a Dream Wave tem sabido corresponder às expectativas e à crescente procura por parte dos turistas e de quem pretende embarcar e desfrutar dos inesquecíveis momentos que a empresa consegue proporcionar.

À semelhança de anos anteriores, o ano de 2016 não foi exceção no que toca à riqueza de espécies observadas, bem como à elevada percentagem de sucesso de observações. Foram observadas oito espécies de cetáceos, sendo o roaz-corvineiro (Tursiops truncatus) e o golfinho-comum (Delphinus delphis) os mais observados. O boto-comum (Phocoena phocoena), espécie presente durante todo o ano, mas de difícil observação devido à sua timidez, o grampo (Grampus griseus) e a orca (Orcinus orca) também foram avistados. No caso de misticetos, a Dream Wave registou a ocorrência de três espécies, baleia-comum (Balaenoptera physalus), baleia-sardinheira (Balaenoptera borealis) e baleia-anã (Balaenoptera acutorostrata).

A diversidade e quantidade de animais observados só é possível graças ao sentido de responsabilidade e consciência ecológica que norteia a conduta da Dream Wave. Durante os passeios de observação de cetáceos, infelizmente, é frequente encontrar detritos e lixo de origem humana. Cetáceos, tartarugas e aves marinhas são dos animais mais afetados pela poluição oceânica. Durante a temporada, foi salva uma tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea), presa numa arte de pesca à deriva, que apresentava dificuldades em vir à superfície respirar. Neste sentido, tanto quanto possível, as tripulações a bordo das embarcações tentam cumprir com o seu papel cívico e recolhem a maior parte desse lixo.

Já com a época de 2017 planeada, a Dream Wave apresentar-se-á aos seus clientes da mesma forma desde há 13 anos, com dedicação, profissionalismo e um profundo respeito pelo mar.

 

Por: Tiago Duarte Moura e Sá – Biólogo Marinho Residente do Grupo Dream Wave.