O projeto vai permitir melhorar toda a zona da Quinta do Amparo, onde existe um polidesportivo degradado que irá dar lugar a um pavilhão desportivo “com 500 lugares sentados e todo o tipo de equipamentos, mais modernos”, disse o presidente da Câmara, Álvaro Bila, em declarações à agência Lusa.
O autarca adiantou que este novo equipamento desportivo vai servir como estrutura de apoio para o basquetebol, mas está preparado para ser utilizado também para a prática de outras modalidades desportivas.
O presidente daquela autarquia do distrito de Faro justificou a necessidade de criar um novo pavilhão com o crescimento registado no número de jovens praticantes e de equipas no concelho.
“Esta é uma mais-valia que queremos para aquele pavilhão, porque neste momento temos muitas equipas, […] temos crescido muito a nível de jovens e os espaços desportivos que temos são poucos”, argumentou.
A requalificação da Quinta do Amparo, adjudicada à empresa Ferreiras Construção, tem também previstas outras intervenções, como a criação de um parque de estacionamento subterrâneo com 55 lugares, salientou o autarca.
O presidente da Câmara de Portimão ressalvou que está prevista a construção de outra área de estacionamento com 200 lugares, nas imediações, mas essa obra não está incluída no concurso agora adjudicado.
A zona envolvente da Quinta do Amparo vai também ser alvo de reabilitação e há duas ruas, atualmente sem saída, que vão passar a ter ligação, enquanto toda a zona da Ermida vai ser “valorizada, com espaços verdes e com novos equipamentos”, acrescentou.
“É um passo muito importante”, considerou o presidente da Câmara de Portimão, sublinhando que a área em causa “não é intervencionada há mais de 30 anos” e os trabalhos vão proporcionar melhores condições para os jovens que praticam desporto no concelho.
Questionado sobre a adjudicação, Álvaro Bila respondeu que o concurso foi ganho pela Ferreira Construções, pelo valor de 5.652.000 de euros, e o prazo de execução previsto é de 540 dias.
“O contrato foi assinado esta semana, agora foi para o Tribunal de Contas […], assim que esteja tudo bem com o Tribunal de Contas, a obra começa”, concluiu.
Lusa


