A obra tem prefácio do cardeal Gianfranco Ravasi, presidente do Conselho Pontifício da Cultura e foi agora traduzido para português pela editora Paulinas.
Francesco Lorenzi é o fundador dos “Sun Eats Hours”, banda rock punk de sucesso internacional, da qual era compositor e vocalista, que chegou a fazer primeiras partes de concertos de grandes bandas de renome mundial, como os Muse ou os The Cure.
Com quatro discos editados em inglês, mais de 300 concertos na Europa e no Japão, milhares de fãs da sua música e um prémio de Melhor Banda de rock punk italiana do mundo, perde-se na droga, álcool e sexo. Francesco refere-se a esta fase da sua vida como sendo de crise «dolorosa e profunda», em que os laços entre os membros da banda enfraqueceram.
Será esse, precisamente, o momento da viragem. Graças a uma série de “teoincidências” e tomadas de consciência, renasce como homem e como artista e encontra-se com Jesus. Volta a compor e restabelece os laços de amizade, construindo uma vida diferente.
É assim que, em 2009, a banda se envolve nova forma de fazer música, mudando o nome para “The Sun”. Editam dois álbuns – “Spiriti del Sole” e “Luce” – produzidos pela Sony Music e, em 2013, durante uma tournée pela Itália, Portugal, Palestina e Brasil, tocaram para os papas Bento XVI e Francisco. Na edição deste ano do Festival Jota vêm apresentar o primeiro single “Le case di Mosul” do novo álbum, intitulado “Cuore Aperto”, lançado o mês passado.
A apresentação do livro que editaram contando este percurso será feita durante a edição do Festival Jota, o mais importante festival de música de inspiração cristã da Península Ibérica, que decorrerá este ano a 31 de julho, 1 e 2 de agosto, no Vale das Almas, em Faro.
Por Diocese Algarve


