O autocarro que se despistou hoje na Autoestrada do Sul (A2) provocando pelo menos três mortos, pertence ao grupo Barraqueiro e estava ao serviço da Renex, disse à Lusa fonte desta transportadora.

O veículo partiu de Lagos, no Algarve, às 17:45 e deveria chegar a Lisboa às 22:00, acrescentou a fonte da Renex, acrescentando que na viagem deveriam estar cerca de 30 passageiros.

Este foi o segundo acidente com veículos do grupo Barraqueiro esta semana, já que um outro autocarro de passageiros – que estava ao serviço da Frota Azul Algarve - capotou na madrugada de quarta para quinta-feira, provocando quatro mortos.

Nesse dia, o desastre aconteceu na A22, também conhecida como Via do Infante, no sentido Faro-Portimão, e causou cerca de 30 feridos.

Hoje, o autocarro capotou na Autoestrada do Sul, que liga Lisboa ao Algarve, e causou pelo menos três mortos e 20 feridos.

O acidente ocorreu ao quilómetro 192.8, segundo a concessionária Brisa, perto da estação de serviço de Almodôvar, no sentido sul-norte.

Fonte da GNR de Beja explicou à Lusa que o trânsito está a ser desviado, devendo quem vem do Sul (Algarve) sair no nó de Almodôvar para poder voltar a entrar na autoestrada no nó de Castro Verde. Quem vem de Lisboa deve sair da A2 em Castro Verde e voltar a entrar em Almodôvar.

Segundo dados do Comando Distrital de Operações de Socorro de Beja, atualizados pelas 19:40, no local estão 37 veículos, 91 operacionais e um helicóptero.


O acidente ocorrido hoje com um autocarro na Autoestrada 2 (A2), junto a Almodôvar, fez nove feridos graves e oito ligeiros, além de três mortos, informou o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja.

A segunda comandante do CDOS de Beja, Noémia Ramos, explicou no local, cerca das 21:30, que todas as vítimas (inclusive mortais) foram já levadas para unidades de saúde e que continuam a decorrer as operações de remoção do veículo, que tombou na berma da via, no sentido sul-norte.

Ainda não há previsão da hora de reabertura do trânsito neste sentido.

Outra fonte do CDOS especificou que as vítimas foram levadas para os hospitais de Faro e Beja e para os serviços de urgência básica de Castro Verde e Albufeira.


(atualização) O acidente ocorrido hoje com um autocarro na Autoestrada 2 (A2), junto a Almodôvar, fez nove feridos graves e oito ligeiros, além de três mortos, informou o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja.

Fonte da GNR adiantou à Lusa que os mortos, cuja idade não indicou, são duas mulheres e um homem.

A segunda comandante do CDOS de Beja, Noémia Ramos, explicou no local, cerca das 21:30, que todas as vítimas (inclusive mortais) foram já levadas para unidades de saúde e que continuam a decorrer as operações de remoção do veículo, que tombou na berma da via, no sentido sul-norte.

Ainda não há previsão da hora de reabertura do trânsito neste sentido.

A responsável indicou que as operações mobilizaram 53 veículos e 132 operacionais de várias corporações de bombeiros, da GNR, da concessionária Brisa e do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). Um helicóptero do INEM que tinha sido incluído no plano de socorro não chegou a ser utilizado, acrescentou.

Noémia Ramos disse que o despiste do autocarro da transportadora Barraqueiro, que circulava ao serviço da Renex, numa linha regular, motivou a ativação imediata do Plano Prévio de Intervenção na A2 e que todos os meios responderam “de imediato e com total empenho”.

Outra fonte do CDOS especificou que as vítimas foram levadas para os hospitais de Faro e Beja e para os serviços de urgência básica de Castro Verde e Albufeira.

Segundo a diretora clínica do hospital de Beja, Emília Duro, nesta unidade entraram sete feridos ligeiros e para o Serviço de Urgência Básica de Castro Verde foram outros quatro feridos ligeiros.

O hospital informou ainda que, destes 11 feridos ligeiros, com idades compreendidas entre os 17 e 78 anos, 10 são portugueses e um paquistanês.

Até às 21:45, entraram no Hospital de Faro uma mulher de 53 anos e um rapaz de 17, de acordo com fonte desta unidade. Ambos se encontram em “situação estável”.

Por: Lusa