Ainda assim “muitas ficaram de fora”, segundo denuncia o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve (AHETA), citado pelo Público.
Elidérico Viegas considera que se for confirmado o aumento de coeficiente do imposto sobre o AL de 0,15 para 0,35 vão “piorar as coisas, pois muitos tenderão a regressar ou a não sair da clandestinidade”. Em 2014, estimava-se que existiam entre 100 a 150 mil camas paralelas no Algarve.
A secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, já admitiu na Comissão parlamentar de Economia que a lei do alojamento local pode ser alterada, falando de “aperfeiçoamentos” legislativos.
Por: Idealista


