A associação multissetorial ACRAL em colaboração com a Câmara Municipal de Faro deu início à colocação das telas de sombreamento que irão cobrir onze ruas pedonais do centro da cidade, a saber, Rua da Marinha, Rua Ivens, Rua Tenente Valadim, Rua Dom Francisco Gomes, Rua de Santo António, Rua 1º de Dezembro, Rua Rebelo da Silva, Rua Vasco da Gama, Rua Baptista Lopes, Travessa da Mota e Rua Conselheiro Bivar.
ACRAL congratula-se com a execução deste projeto
A primeira fase está já em andamento e segundo Victor Guerreiro, Presidente da ACRAL “O feedback tem sido bastante positivo. A colocação das telas tem sido largamente elogiada por empresários, consumidores e turistas que visitam este espaço. A ACRAL congratula-se que após vários anos de intenções se tenha finalmente posto em prática um projeto que entendemos vital para a Baixa de Faro. Com esta colocação a Baixa de Faro passará a ser um espaço mais agradável apetecível para residentes e turistas.”
Este projeto é financiado através do PO Algarve 21 e deverá estar concluído em Abril de 2016 mas espera-se que a grande maioria das telas estejam colocadas até ao final do Verão.
Para a ACRAL as autarquias devem dar mais atenção ao comércio local
Victor Guerreiro afirmou ainda que “A ACRAL irá continuar a defender os interesses dos empresários da região contra todas as ameaças emergentes” e apelou ainda para que as autarquias estejam mais atentas ao comércio local “O papel das autarquias é fundamental na revitalização do comércio local e ações como esta são fundamentais para a sobrevivência deste importante setor da economia regional”. Para o Presidente da ACRAL o caso do projeto IKEA é um exemplo do que não deve ser feito “É nosso entendimento que a dimensão deste projeto, cerca de 40 hectares, irá criar uma nova centralidade na região afetando de forma transversal toda a economia regional. Não podemos ficar de braços cruzados enquanto o futuro da nossa região é posto em causa de forma tão negligente pelos órgãos decisores. Preocupa-nos o futuro do comércio local mas preocupa-nos acima de tudo o futuro da economia regional no seu todo”.
Por ACRAL