Quarta, 21 de Fevereiro de 2018 |

ECONOMIA

11:23 - 20/02/2018
Atualizado em: 20/02/2018
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Muitos portugueses optaram por emigrar nos últimos anos. E colocaram as suas casas no mercado de arrendamento. E agora, com o IRS à porta, o que é preciso fazer? No artigo de hoje da rubrica semanal Deco Alerta, destinada a todos os consumidores em Portugal e assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor para o idealista/news, explicamos-te tudo sobre este tema.

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10:50 - 20/02/2018     91 visualizações
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) parece estar pronta para a «guerra» dos spreads no crédito à habitação. O banco liderado por Paulo Macedo decidiu rever em baixa a sua margem mínima de spreads no crédito para a compra de casa para 1,5%. Deixou, assim, de ter o valor mínimo mais alto do mercado.

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09:35 - 20/02/2018     94 visualizações
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação aumentou de 1,019% em dezembro de 2017 para 1,024% em janeiro de 2018. Diminuiu, no entanto, nos contratos celebrados nos últimos três meses, para 1,595%. No que diz respeito à prestação média vencida, subiu um euro em relação ao mês anterior, fixando-se em 240 euros.

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15:50 - 16/02/2018     71 visualizações
O Ministério das Finanças decidiu prolongar por mais um dia o prazo limite para os contribuintes validarem as faturas e atualizarem o agregado familiar. Se ainda não validaste as faturas no Portal das Finanças, então esta será a tua última oportunidade. O prazo termina hoje, sexta-feira.

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14:29 - 16/02/2018     117 visualizações
Os preços das casas em Portugal já recuperaram para níveis relativamente próximos dos verificados em 2007, ao contrário de Espanha, Irlanda e Grécia, os países mais afetados pela crise financeira de 2008. A conclusão é de um estudo da Confidencial Imobiliário (Ci), que mostra que o mercado imobiliário português liderou a recuperação pós-crise face a estes países.

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14:25 - 16/02/2018     87 visualizações
Os cinco maiores bancos nacionais – BCP, CGD, Santander Totta, BPI e Montepio – arrecadaram 1.876,8 milhões de euros em receitas de comissionamento no ano passado, mais 102,8 milhões que os 1.774 milhões de euros conseguidos em 2016. Quer isto dizer que estes bancos cobraram uma média de cinco milhões de euros por dia em comissões.

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