Segunda, 26 de Junho de 2017 |
Apelido - Mascarenhas

11:11 - 11/06/2017     201 visualizações OPINIÃO
Atualizado em: 11/06/2017
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GENEALOGIA por Manuel da Silva Costa | mscosta2000@hotmail.com

O apelido Mascarenhas tem origem da sede de freguesia do mesmo nome, em Mirandela.

Foi seu povoador Estêvão Rodrigues que acompanhou D. Sancho I na conquista de Elvas e de Torres Novas (1206). Estêvão casou com Urraca Anes.

Lourenço Esteves Mascarenhas, filho e herdeiro dos anteriores, esteve ao lado do pai na conquista de Elvas e de Torres Novas...

Afonso Lourenço Mascarenhas foi filho de Lourenço Esteves e seu herdeiro.

Filho do anterior, outro Afonso Mascarenhas, foi fidalgo da Corte de D. Fernando (1367-83) e pai de Martim.

A Martim Vaz de Mascarenhas, Comendador de Aljustrel, coutou-lhe D. Fernando a herdade de Capitoa em Évora (1369).

Filho dos anteriores, Fernando Martins Mascarenhas foi casado com Beatriz Rodrigues (Sanches de Baena, 1900) e/ou com Filipa (Felgueiras Gaio, 1678). Foi criado de D. João (filho de D. João I) e Comendador da Ordem de Santiago, no tempo de D. Afonso V (1325-57).

Martim Vaz de Mascarenhas “o Velho”, filho do anterior e herdeiro da Capitoa, foi casado com Isabel Correia (filha de Martim Correia e de Leonor da Silva). Foram pais de Nuno Vaz.

Nuno Vaz de Mascarenhas, casado com Isabel ou Maria Varela (filha de Paio Varela), era em 1432, escrivão do Almoxarifado de Faro. Foram pais de Afonso Vaz.

Afonso Vaz de Mascarenhas, nascido em Faro (c.1435), casou com Filipa Teixeira (filha de Pedro Anes, tesoureiro da Sé de Coimbra).

Manuel de Mascarenhas, filho dos anteriores, casou com Isabel Correia (filha de Gomes de Figueiredo e de Leonor Correia de Melo). Nascido (c.1475) e falecido em Faro, foi Fidalgo da Casa Real.

Filho dos anteriores, Gaspar de Figueiredo Mascarenhas, nasceu (c.1513) e faleceu em Faro. Casou com Briolanja Vieira (filha de Cristóvão Dorea de Sousa e de Constança de Meneses). Gaspar foi moço Fidalgo, Cavaleiro da Ordem de Cristo e Capitão-Mor de Faro (1559).

 

As Actas de Vereação de Loulé referem, entre outros do apelido, a Vasco Gonçalves Mascarenhas, escudeiro (1468) de D. João II e vereador (1495) zelador dos interesses da nobreza local.

 
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